Muitos esperavam ouvir de Lázaro uma história maravilhosa das cenas testemunhadas depois da morte. Surpreendiam-se de que ele não lhes contasse coisa alguma. Não tinha nada para contar a respeito. Declara a inspiração: “Os mortos não sabem coisa nenhuma. […] O seu amor, o seu ódio, e a sua inveja já pereceram”. (Eclesiastes 9:5-6). Mas Lázaro tinha um maravilhoso testemunho a dar com respeito à obra de Cristo. Para esse fim fora ressuscitado. Com segurança e poder, declarava que Jesus era o Filho de Deus. (EGW – O Desejado de Todas as Nações, 390)