“Pelo qual recebemos a graça e o apostolado, para a obediência da fé entre todas as gentes pelo seu nome.” (Romanos 1:5)
Cristo não diminui as exigências da lei. Em linguagem inconfundível apresenta a obediência a ela como condição da vida eterna — a mesma condição requerida de Adão antes da queda. O Senhor não espera agora menos de nós, do que esperava do homem no Paraíso, obediência perfeita, justiça irrepreensível. A exigência sob o pacto da graça é tão ampla quanto os requisitos ditados no Éden — harmonia com a lei de Deus, que é santa, justa e boa. (EGW – Parábolas de Jesus 212.5)
Os homens precisam saber que as bênçãos da obediência, em sua plenitude eles só podem fruir à medida que receberem a graça de Cristo. É Sua graça que dá ao homem poder para obedecer às leis de Deus. É isso que o habilita a quebrar as cadeias do mau hábito. Esse é o único poder que pode colocá-lo e conservá-lo firme no caminho do direito. (EGW – Ciência do Bom Viver, 115.1)